Queria que tivesses visto os pedaços meus no chão naquele dia. A mordida da inveja foi grande de mais, a irracionalidade do ciúme foi letal. A raiva, por sua vez, me teve corrompido até meu último fio de sanidade. Não sentia mais minha cabeça, meus pensamentos, apenas ódio.
Onde estava o amor naquela hora? Onde estava aquele sentimento puro que romperia qualquer barreira que outrora eu te prometera? Onde estava aquele meu eu puro, gentil e carinhoso? Onde estava você naquele momento? Por que mudastes tanto minha personalidade, soltasse o pior que existia dentro de mim? Não sei da resposta para estas perguntas, mas sei que aquilo não foi normal.
Não se trata mais da dor, mas sim da dúvida. Não se trata das punhaladas ou da reconstrução de minha confiança, mas sim da verdade por trás de tudo isto. Quem és agora e quem fostes durante todo este tempo? Não é em vão, acredite.
